sábado, 5 de fevereiro de 2011

Documentário 'Utopia e barbárie' de: Silvio Tendler


Filme traz relatos de Dilma Roussef, Ferreira Gullar e outras personalidades.
Produção dirigida por Silvio Tendler

Utopia e Barbárie Retrata e interpretam o mundo pós-segunda guerra mundial e suas transformações; as utopias que nele foram criadas e as barbáries que o pontuaram. Descreve o desmonte das utopias da geração sonhadora de 1968 e analisa a criação de novas utopias neste mundo globalizado.



Cine – debate sobre o filme: 'Utopia e barbárie'
Sexta – feira, dia 11de fevereiro de 2011
Às 19h30 – Local: Centro de formação dos Professores
Rua Marechal Rondon, 262 – Centro
Com a presença do diretor do filme Silvio Tendler



sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Compromisso com democracia e desenvolvimento social

O mais longo período democrático já vivido pelo Brasil, momento em que o povo brasileiro conquistou um ambiente de liberdade e participação efetiva na elaboração de políticas públicas e na condução dos rumos do país, foi tema da abertura da Mensagem da presidenta Dilma Rousseff encaminhada ao Congresso Nacional nesta quarta-feira (2/2). O documento, lido pela presidenta Dilma durante a cerimônia de instalação da 1ª Sessão Legislativa da 54ª Legislatura do Congresso, reforça o compromisso do governo federal com a consolidação do desenvolvimento econômico e social do Brasil.

“É nosso dever consolidar e ampliar esta vivência democrática. É ela, afinal, que possibilita, avaliza e garante o amplo processo de transformações vivido por nosso país nos últimos anos. A democracia nos abriu um horizonte mais promissor de justiça social, redução das desigualdades sob todas as suas formas e consolidação de nosso desenvolvimento econômico e social”.

A seguir, os principais trechos da Mensagem ao Congresso Nacional, lida pela presidenta Dilma Rousseff.

Democracia
Uma democracia ampla exige atitudes, impõe responsabilidades e cobra dos seus governantes compromissos em relação a todos os cidadãos, independentemente de gênero, idade, credo ou raça. Para que a democracia seja exercida plenamente por todos, todos precisam ter oportunidades reais de crescimento pessoal, todos precisam ter assegurados – não apenas na letra da lei, mas no dia a dia – os seus direitos básicos de alimentação, moradia, emprego digno, educação de qualidade, acesso à saúde e cultura.

Combate à miséria
O Brasil não pode aceitar mais que milhares de pessoas continuem vivendo na miséria, que não tenham alimentação suficiente, que não tenham um teto para viver. É vergonhoso que, em um país capaz de produzir no ano passado 149,5 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas, ainda haja cidadãos que passem fome. Esta não é uma missão que se restringe a nosso governo. É uma missão de todos os brasileiros.

Crescimento econômico
O crescimento econômico – combinado com uma ampla rede de proteção social – possibilitou nos últimos oitos anos que 27 milhões e 900 mil brasileiros obtivessem uma renda maior e ultrapassassem a linha da pobreza. A manutenção de uma política macroeconômica compatível com o equilíbrio fiscal – com ações firmes de controle à inflação e rigor no uso do dinheiro do contribuinte – será um dos pilares fundamentais do nosso Governo.

Salário mínimo
A manutenção de regras estáveis que permitam ao salário mínimo recuperar o seu poder de compra é um pacto deste governo com os trabalhadores. Asseguradas as regras propostas, os salários dos trabalhadores terão ganhos reais sobre a inflação e serão compatíveis com a capacidade financeira do Estado.

Defesa civil
No Brasil, não podemos – e não iremos – esperar o próximo ano, as próximas chuvas para chorar as próximas vítimas. Determinei, junto aos ministros responsáveis, a implantação de um sistema nacional de prevenção e alerta de desastres naturais. A partir da conjugação de dados meteorológicos e geofísicos será possível alertar para que as populações sejam retiradas das áreas de risco.

Educação
A educação será uma das prioridades centrais do nosso Governo. Somente com avanço na qualidade de ensino poderemos formar jovens preparados para desenvolver atividades produtivas tecnologicamente sofisticadas e aptos a conduzir o País aos plenos benefícios da sociedade, da tecnologia e do conhecimento. Hoje, milhares de jovens afrodescendentes, indígenas e das periferias são os primeiros de suas famílias a conquistar um diploma universitário.

Saúde
A oferta de saúde pública de qualidade, por meio da consolidação do Sistema Único de Saúde – SUS, terá primazia no nosso mandato (…). Para esse fim, serão considerados três pilares: financiamento adequado e estável para o SUS; valorização das práticas preventivas; e organização dos vários níveis de atenção aos usuários, garantindo atendimento básico e ambulatorial nas unidades de Saúde e nas Unidades de Pronto Atendimento – as UPAs.

Segurança pública
Outro pilar das prioridades governamentais é a segurança. Reitero nosso compromisso de agir no combate às drogas, em especial ao avanço do crack, que desintegra nossa juventude e fragiliza as famílias. A ação integrada de todos os níveis de governo, juntamente com a participação da sociedade, é o caminho para a redução da violência que tanto mal causa ao país.

Cultura
O avanço social tem que ser feito, necessariamente, por meio da valorização da diversidade cultural. A cultura é a alma de um povo, essência de sua identidade. Vamos investir em cultura, ampliando, em todas as regiões, a produção e o consumo de nossos bens culturais e expandindo a exportação da nossa música, cinema e literatura, signos vivos de nossa presença no mundo.

PAC e Minha Casa, Minha Vida
A determinação do governo em induzir o crescimento do País será aprofundada, já em 2011, com a consolidação do PAC 2 e da segunda fase do Programa Minha Casa, Minha Vida. No PAC 2 estão programados para o período 2011-2014 investimentos em infraestrutura da ordem de R$ 955 bilhões (…). No Programa Minha Casa, Minha Vida está prevista a construção de 2 milhões de novas habitações, até 2014, envolvendo investimento de R$ 278,2 bilhões.

Copa do Mundo e Olimpíadas
Os investimentos previstos para a Copa do Mundo e para as Olimpíadas serão planejados e articulados com vistas a assegurar benefícios permanentes de qualidade de vida para os cidadãos (…). Sobre esse último item, chamo a atenção para as nossas diretrizes na área de aviação civil. Temos urgência em ampliar e melhorar nossos aeroportos e beneficiar parcelas cada vez mais amplas da população que passam a ter acesso ao transporte aéreo.

Pré-Sal
Os recursos oriundos do Pré-Sal serão canalizados para a qualidade dos serviços públicos, a redução da pobreza e a valorização do meio ambiente. Trabalharei sem descanso para que a principal parcela das riquezas do Pré-Sal seja investida na melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro por longo período.

Meio ambiente
O crescimento da infraestrutura e da produção industrial e agropecuária ocorrerá em sintonia com a preservação ambiental. Desde 2003, o Brasil reduziu os índices de desmatamento na Amazônia em mais de 75%. Somos uma potência mundial da agroenergia. E ocupamos a vanguarda no combate aos graves efeitos das mudanças climáticas. Continuaremos mostrando ao mundo que é possível associar uma economia dinâmica e um forte crescimento com o respeito ao meio ambiente.

Política externa
Nossa política externa estará baseada nos valores clássicos da tradição diplomática brasileira: promoção da paz, respeito ao princípio de não intervenção, defesa dos Direitos Humanos e fortalecimento do multilateralismo(…). Nos fóruns multilaterais, defenderemos com vigor políticas econômicas saudáveis e equilibradas, protegendo o País da concorrência desleal e do fluxo indiscriminado de capitais especulativos e contribuindo para a estabilidade financeira internacional.

Reformas política e tributária
Trabalharemos em conjunto com esta Casa para a retomada da agenda da reforma política. São necessárias mudanças que fortaleçam o sentido programático dos partidos brasileiros e aperfeiçoem as instituições, permitindo mais transparência ao conjunto da atividade pública. A reforma tributária é também tema essencial, a fim de que o sistema tributário seja simplificado, racionalizado e modernizado, apontando para uma base de arrecadação mais ampla e com a desoneração de atividades indutoras do crescimento, em especial dos investimentos, assim como dos bens de consumo popular.

Fonte: Blog do Planalto.

Comemorações marcam centenário de Lélia Abramo


Homenagem contará com a presença de artistas amigos da atriz, que farão leituras de poesias, trechos de livros e músicas, além de depoimentos




Por Editora Fundação Perseu Abramo
Fonte: www.pt-sp.org.br

A Fundação Nacional de Artes - Funarte convida para a comemoração do Centenário Lélia Abramo, dia 8 de fevereiro, terça-feira, a partir das 19:00h no Teatro de Arena Eugênio Kusnet, em São Paulo.

Neste dia, a homenagem contará com a presença de artistas amigos da atriz Lélia que farão a leitura dramática da poesia de Maiakovski e leitura de trechos do livro "Vida e Arte - Memórias de Lélia Abramo", a música "Bella Ciao", cantada pelo Coro Martin Luther King, um vídeo com imagens selecionadas e a dramaturgia do Núcleo 184, que apresentará fragmento da peça "Rosa Vermelha", além de breves depoimentos de amigos e familiares.

A comemoração pretende marcar o início das homenagens à Lélia Abramo, com destaque para sua trajetória como artista, militante política e mulher comprometida com o melhor das artes.

Mais informações sobre a homenagem, contatar Fábio Abramo (fone 11-7504 4861) ou Tadeu di Pietro (11-9943 7713 / 8278 5577).

Centenário Lélia Abramo
8 de fevereiro de 2011 – terça, a partir das 19:00h
Teatro de Arena Eugênio Kusnet
Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – República
Telefone: (11) 3256-9463

África, o continente de todos

Texto postado no Blog do Emir, em 03/02/2011

Grande parte da humanidade olha para a África como quem oha pela janela (de um hotel de 5 estrelas) e não como quem olha para o espelho. No entanto, toda a história mundial tem seu espelho na Africa. Todos os outros continentes - América, Ásia - foram espoliados para que a Europa pudesse trilhar as chamadas revoluções comercial e industrial, no processo de acumulação primitiva. Mas nenhum continente sofreu, além da dilapidação dos seus recursos naturais, da opressão das suas culturas e dos seus povos, a escravidão nas proporções de genocídio que ela assumiu na Africa.

Praticamente toda a população adulta da Africa foi submetida à degradante situação de serem levados como gado para trabalhar como escravos, como seres inferiores, para produzir riquezas para a elite branca europeia. O destino da África ficou comprometido pelo colonialismo, pela escravidão e pelas diversas formas de imperialismo. Foi também vítima privilegiada do racismo, da discriminação contra os negros, disseminada pela elite branca por todo o mundo.

A África do Sul, o país economicamente mais desenvolvido do continente, até pouco tempo ainda sofria o apartheid. Mas as elites brancas do mundo consideram a África um caso de continente vítima de si mesma: do tribalismo, do atraso, dos conflitos étnicos, dos massacres, das epidemias, das catástrofes. Tentam fazer a África vítima da natureza e não vítima da história - da colonização, da escravidão, do imperialismo. Um caso perdido, para as potências imperiais. Um caso de opressão, exploração, discriminação.

Hoje a África tornou-se abastecedor de matérias primas para as potências da globalização, que continuam a extrair os recursos naturais por meio de grandes corporações ou diretamente de governos. As mesmas potências que, na Conferência de 1890 concluíram a repartição do continente entre eles, fatiando-o com regra e compasso, hoje disputam entre si os recursos que alimentam seus processos de industrialização e de consumismo exacerbado.

Os colonizadores e os imperialistas não consideram que sejam devedores da África, que devam contemplar como continente privilegiado no apoio dos outros, por tudo ao que submeteram os países e os povos africanos.

Podemos julgar a política externa de cada governo e a visão de cada povo do mundo pela atitude que têm com a África. Ao invés de continente marginal, deveria ocupar o lugar central nas relações internacionais contemporâneas. Toda politica externa que não privilegia a Africa, está errada.

O Congresso e os desafios para 2011


A perspectiva para os trabalhos do Congresso em 2011 é positiva. O principal desafio para a bancada do PT, além de ajudar na construção da governabilidade para a presidente Dilma Rousseff, será pavimentar o caminho para as reformas política e tributária. No rol de tarefas, temos também a PEC do fim do trabalho escravo e a regulamentação do capítulo da Constituição referente à comunicação social. Essa agenda mostra a natureza estratégica do ano legislativo que se inicia. O PT e os partidos da base aliada terão de construir e viabilizar essa agenda, que está em plena sintonia com os interesses da sociedade brasileira.

A reforma política é uma necessidade identificada quase consensualmente entre os partidos da base e da oposição. O tema é, sem dúvida, um dos mais urgentes. A política, que deveria ser a atividade mais nobre da sociedade, hoje passou a ser mal vista por todos. Precisamos promover uma reforma capaz de dar maior representatividade ao nosso sistema político-eleitoral, bem como acabar com a influência do poder econômico sobre a política.

Um dos pontos é o estabelecimento do financiamento público de campanha. Em razão dos altos custos das campanhas atuais, lideranças populares estão se afastando do cenário político brasileiro. Outra mudança necessária é a adoção do voto em lista, que vai assegurar compromisso programáticos dos candidatos. O fim das coligações proporcionais é também essencial, pois esse sistema acaba com a nitidez partidária, porque o cidadão vota em um partido e acaba elegendo parlamentares de outras legendas.

Precisamos intensificar os mecanismos de participação da sociedade na política. A nossa Constituição não prevê, por exemplo, o uso da internet para a coleta de assinaturas para apresentação de projetos de lei oriundos da sociedade. Precisamos fazer esta alteração. Precisamos condicionar a aprovação de algumas matérias à aprovação da sociedade via referendo. Do mesmo modo, é necessário intensificar o uso de plebiscitos na ação governamental do Brasil. Mudanças assim trariam de uma vez por todas a sociedade para o campo da política. Em outras palavras, trata-se de intensificar os processos de democracia direta.

Sistema tributário - Já a reforma tributária também é uma demanda da sociedade brasileira. O foco maior é a simplificação do sistema, hoje um verdadeiro cipoal de regras que acabam prejudicando os investimentos e a vida do empresário e do cidadão. De um lado, a enorme burocracia dificulta o fluxo de investimentos e as atividades empresariais e, de outro, a carga fiscal, muitas vezes em cascata, acaba por prejudicar principalmente as camadas mais pobres da população. É preciso tornar mais justo o sistema de arrecadação.

A regulamentação do capítulo da CF referente à comunicação é também tarefa estratégica. Há uma chiadeira dos proprietários dos conglomerados de comunicação, mas a matéria não pode ser mais adiada. Um novo marco regulatório das mídias, que garanta mais liberdade de expressão, democratize e impeça a monopolização do setor, e garanta uma sociedade plural e democrática, é sem dúvida um dos pontos centrais da agenda do Congresso.

Guerra cambial - Além da aprovação de matérias pontuais, caberá ao Congresso dar apoio ao governo Dilma no que tange a medidas para enfrentar a guerra cambial mundial, em que EUA e China despontam como principais atores. Teremos que trabalhar para implantar todos os mecanismos necessários à proteção da economia brasileira.

O Congresso deve contribuir também com a aprovação de matérias que ajudem o governo do PT e aliados a erradicar a pobreza, combatendo a fome e a miséria. O Parlamento tem um papel central no processo que assegure ao País continuar gerando empregos, melhorando a qualidade de vida dos brasileiros.

Certamente, é de se supor certo comportamento da oposição, com a qual buscaremos diálogo e entendimento de forma permanente, em nome dos interesses maiores do País. Mas a agenda não pode ser prejudicada por causa de disputas pontuais e de conteúdo eleitoral. É preciso construir um processo de negociação que leve a uma agenda comum da situação e da oposição, pois o Congresso, como o Brasil, não pode parar.

Paulo Teixeira é deputado federal pelo PT de São Paulo e líder do partido na Câmara.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O Fórum Social Mundial e um novo mundo












"A necessidade de elaborar uma alternativa que determine novos modelos de desenvolvimento, baseados na justiça social, preservação ambiental e democracia ficou ainda mais patente com a recente crise do capitalismo mundial, desmistificando a “autorregulação dos mercados”.


Por Eduardo Tadeu


Mais uma edição do Fórum Mundial se aproxima. Neste ano, ele será realizado entre 6 e 11 de fevereiro, em Dakar, no Senegal. Faço questão, não apenas como prefeito, mas principalmente como militante do Partido dos Trabalhadores, de participar ativamente das discussões do evento, pois nelas temos a oportunidade de pensar na construção de um novo mundo possível.

O FSM parte de princípios essenciais para superarmos importantes dilemas atuais. Em primeiro lugar, é necessário elaborarmos uma alternativa de pensamento que determine novos modelos de desenvolvimento, baseados na justiça social, preservação ambiental e democracia.

Essa necessidade ficou ainda mais patente com a recente crise do capitalismo mundial, desmistificando a “autorregulação dos mercados”, já que os estados nacionais ofereceram pacotes de ajuda a instituições financeiras em cifras gigantescas.

Dentro de tal alternativa, é importante a construção de uma nova cultura que, como qualquer uma, só pode ser compartilhada pela convivência entre cidadãos que acreditam na mesma necessidade, algo muito presente em todas as edições do FSM.

Mas o que traz mais otimismo não são simplesmente esses princípios gerais: é o fato de que as experiências compartilhadas revelam como deve ser construído o mundo que queremos. Várias ações transformadoras têm se espalhado em diversos pontos do globo, como a economia solidária, arranjos institucionais de participação e empoderamento popular, a exemplo do orçamento participativo, políticas de proteção à diversidade social e étnica, entre tantas outras.

Nós, do Partido dos Trabalhadores, procuramos nesses 31 anos de história construir esses valores e eles vêm se consolidando ao longo do tempo, principalmente no Governo Lula, e agora têm continuidade no mandato da presidenta Dilma.

O nosso projeto mostrou ao longo da última crise mundial a importância de não nos pautarmos pelos valores capitalistas e termos um Estado forte e indutor da economia, postura essa que transmitida através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), e que levou o Brasil a ser um dos países que melhor resistiu aos efeitos da crise, diferentemente das ‘grandes potências capitalistas’, como os EUA. Também demonstramos a importância da distribuição mais justa de renda, tirando milhões de pessoas da miséria, por meio de programas como o Bolsa Família, por exemplo.

Como membro da Associação Brasileira de Municípios (ABM) e da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), também participo do Fórum de Autoridades Locais e da Comissão de Inclusão Social e Democracia Participativa (CGLU), que também terão reuniões em Dakar, para discutir a lógica da inclusão social e o papel dos governos locais na superação da crise mundial.

Acredito que esses encontros que o FSM propõe são fundamentais para que pessoas, governos e autoridades de todo o mundo se conscientizem sobre a importância da construção de uma nova realidade, que garanta uma vida melhor e mais digna para todos os seres humanos.

Felizmente, a consolidação do nosso projeto faz com que a disseminação desses ideais caminhe a passos largos no Brasil e, como membro do Partido dos Trabalhadores e grande entusiasta dessa nova realidade, quero contribuir para que essa construção aconteça em todas as partes do mundo.


Eduardo Tadeu é prefeito de Várzea Paulista, membro do Diretório Estadual do PT-SP, da Associação Brasileira de Municípios (ABM) e da Frente Nacional de Prefeitos (FNP)

Fonte: www.pt-sp.org.br

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Internet: PT pode unir redes sociais e movimentos populares

Nas últimas eleições, as redes sociais e a participação da militância petista foi decisiva para afirmar apoio e enfrentar aos ataques à candidatura de Dilma Rousseff. É o que afirma Renato Simões, secretário de Movimentos Populares e Políticas Setoriais do PT, ao programa TVPT Entrevista. “Não acredito mais em militância política que não lance mão desses instrumentos de comunicação e que isso, seja um avanço importante para a democratização dos meios de comunicação de massa do Brasil”.

Na avaliação do secretário, o Partido dos Trabalhadores pode ser protagonista junto com a militância virtual na integração entre internet e política. “É um momento oportuno pra nós discutirmos de que forma o PT abre e dá sustentação a um espaço de participação dessa militância virtual”.

Renato Simões diz que é necessário capacitar os petistas para usar a internet como meio de interação e debate. “Não só disponibilizar a tecnologia através de politicas públicas avançadas como vem sendo discutido nessa etapa do governo Dilma, mas também para a qualificação das pessoas que estejam, portanto aptas a utilizar dessas tecnologias e de criar em cima dela novas formas de comunicação”. (Julita Kissa – Portal do PT)

TVPT – Assista a entrevista completa com Renato Simões sobre internet e movimentos populares